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“E daí se eu for inconstante, incoerente e/ou não saber o que eu quero?
Isso tudo não me afeta diretamente; logo, isso não me incomoda (…)”
Diretamente.
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Esse jeito de pensar de algumas pessoas…
…é tudo muito engraçado,
justamente por elas não pensarem
do mesmo jeito
que eu.
“All I want is you, will you be my bride
Take me by the hand and stand by my side
All I want is you, will you stay with me?
Hold me in your arms and sway me like the sea (…)”
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Esse é um pedacinho da música que inicia o filme “Juno”, que eu vi no final de semana. Achei muito bom, embora eu não considere meu filme favorito. O trecho também se encaixa um pouco com a minha presente situação.
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Fiquei com cara de “on drugs” no header e ficou meio bagaço, mas né, não sei usar o photoshop direito, ou ao menos como gostaria.
Aliás, eu gostaria de várias coisas.
Hoje o professor de biologia estava falando de aves na aula e comentou por acaso a forma que um pingüim macho escolhe sua fêmea. No meio da imensidão de pingüins, ele avista uma, pega uma pedrinha e oferece para ela. Aí cabe à fêmea decidir se quer ou não; mas a parte bonita de tudo isso é que se ela aceitar, essa pedrinha vai ser a primeira do ninho deles. Além do mais, os pingüins são um dos animais mais fiéis de todo mundo; eles têm tendência a ter um par para o resto de toda a vida.
Not in a thing called cru(uuuuuuuuuuuuuuuuuuu)sh. ♫
PERIOD.
“Isadora, levanta que a gente vai para Gravataí!”
“Tá bom, boa viagem para vocês…”
E não fui.
AHAM não fui mesmo; odeio vacas, ganços, bois, cavalos, cheiro de cocô e gente que fica perguntando como estão meus namorados, assim, no plural; sem falar que já basta o mato em que eu vivo atualmente (tem vacas do lado do meu condomínio), mas em breve vou sair daqui.
Meus pais ficam nervosinhos quando eu digo que não vou e period, meu pai chegou a tirar o cabo do computador como se eu fosse ficar a tarde toda aqui. Não é errado dizer que eu e o computador temos uma ligação metálica dupla apolar cerebral, mas acho que eu não tenho tantas coisas para fazer aqui a ponto de me prender a tarde toda, a menos que eu esteja jogando The Sims numa fúria enlouquecedora e/ou tendo crises de criatividade. Aliás, preciso dessas crises em relação ao The Sims; quase todas as minhas famílias não tem casa, o máximo que eu faço é colocar um telefone e um computador para que, mesmo sem casa, elas interajam com a vizinhança (hello there, sloth).
Vi no Discovery Home & Health um programa que eu gosto, Teen Angles (Anjolescentes), e hoje era um guri que eu acho que era meio dos lados palestinos/afegãos/árabes porque ele tinha um nome estranho que me lembrava gente de turbante. O guri tinha 16 anos, se não me engano, fumava maconha e bebia no quarto dele! E o pior é que a mãe dele sabia e vinha bem mansa falar com ele
“Ah, meu filho… você andou fumando maconha de novo? Isso mesmo, amor da mamãe, continue assim! *proud*“
“Ah, me deixa em paz, vê se não enche meu saco!”
Também vi Beauty and the Geek (As Gostosas e os Geeks) no Multishow para passar o tempo e, apesar de o nome não ser nada convidativo, é muito engraçado! Um amigo me disse que num episódio anterior, um dos nerds disse que não conseguia dormir no mesmo quarto que a mulher dupla (MULHER-DUPLA AUHAUAH) dele porque ela era muito bonita e ele achava que certamente teria um ataque de pânico e teve que sair do quarto. As eliminatórias são feitas por meio de provas como, por exemplo, a que eu vi hoje: os nerds tinham que cantar como cantoras pop (eu acho) e as mulheres tinham que fazer discursos sobre assuntos atuais como poluição e aquecimento global e o tema dependia do número da carta que cada uma escolhesse de um até quatro. O nerd que ganhasse na prova de cantar, juntamente com a sua companheira, indicaria uma dupla e a mulher que se saísse melhor no discurso, juntamente com o seu nerd, indicaria outra dupla. Então as duas duplas indicadas têm que responder perguntas, três para as mulheres, três para os nerds. A das mulheres eram sobre governo dos EUA e as dos nerds eram sobre cantoras pop. Não lembro de todas as perguntas, mas há uma que eu não poderia esquecer de jeito nenhum:
Apresentador: “Qual a capital do Iraque?”
Mulher: “Hm… pode soletrar ‘Iraque’ para mim?”
Apresentador: “I-R-A-Q-U-E”
Mulher: “Talvez… Afeganistão?”
SIM, CLARO QUE É. AFEGANISTÃO.
No What not to Wear (Esquadrão da Moda), fiquei muito horrorizada com o jeito desnecessário que a mulher e o cara que nem é tão cara humilham as pessoas, é como no Ídolos. Se eles acham que um “Tua voz é pior que a de um hipopótamo com diarréia” motiva as pessoas, não é bem por aí; assim como um “Esse casaco te deixa com aparência de 300kg mais pesada e 300 anos mais velha” também não é legal. Mas, né, a mulher se vestia muito mal mesmo. Ela tinha estado grávida quatro anos atrás e ainda vestia as mesmas “calças-bufê” (pode comer o quanto quiser que sempre vai servir), blusas e casacos abaixo dos joelhos e sapatos velhos, assim, MUITO VELHOS. Mas no final ela ficou muito bonita mesmo.
E vi House antes de sentar aqui, mas não tenho nada de muito importante para comentar. O episódio de hoje era de um casamento de judeus que a mulher passou mal e no final era problema de fígado flutuante, ou seja, quando ela estava de pé, desmaiava; quando estava deitada, voltava ao normal.
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Já falei que detesto domingo? Se tem um dia especial para eu me sentir mal é domingo, um dia que não saio de casa, não faço NADA e sempre sinto que estou perdendo alguma coisa (TEMPO OI); às vezes até me sinto febril de tanto não fazer nada. Preferia ir para a escola, sinceramente.
“Normal…
… Prático”.
Então, né.
Eu peguei as medidas certas para fazer o header, fiquei aplicando toda a minha capacidade de criatividade no header a tarde toda, dei tanta atenção ao header que esqueci totalmente das Ilhas Galápagos.
E FICOU TUDO TORTO, QUE BOSTA!
Agora vou viajar para as Ilhas Galápagos beijos!
Talvez tu nem chegue a ler isso, mas eu lembrei sim que hoje é teu aniversário e vou aproveitar para te desejar tudo de bom, porque eu te amo muito e adoro te ter por perto todos os dias. Eu não tenho lá jeito com as palavras, queria dizer muito mais, demonstrar muito mais o quanto eu gosto de ti, mas, ah, tu sabe!
Parabéns, Lê! :D
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Tive uma semana e meia de férias, oficialmente falando.
Não abri um livro se quer para estudar, não adiantei nada para a escola, não fiz uma mísera redação para o cursinho e amanhã tudo volta ao normal. Pelo menos descansei, saí, vi alguns amigos, fui ver Batman (o último filme que eu tinha ido ao cinema ver foi Harry Potter and The Order of the Phoenix) e fiz outras mil coisas.
Queria ter dedicado minha manhã hoje ao caderno de Atualidades, mas acordei às 13h30min (ODEIO acordar tarde) e o dia passou com um estalar de dedos. To com cinco semana de jornal aqui em casa e prestes a pegar mais um que meu avô tá guardando.
Essa semana EU VOU adiantar tudo, vou fazer tudo, vou ficar livre de tudo.
E esse semestre vou me dedicar MUITO.
Saí nesse fim de semana and I finally had fun!
Vi gente legal, conversei bastante, corri bastante…
Dormi na casa do peixe-podre do meu kokoro e peguei os bicho dela, logo, estou fungando “adoidado”.
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Não lembro do que aconteceu antes, mas sei que tiveram mais cenas anteriormente…
Desci (deve ser de uma lotação talvez) na esquina da minha vó e encontrei, tenho a leve impressão, o Julio e o Rafael; conversei um pouco com eles e depois segui em diante para ir para a casa da minha avó. (…)
Parêntese 1: Para quem não sabe, a casa da minha avó é mais ou menos a do meio.
(…) Logo adiante, eu vi um tigre bonitão, comendo alguma coisa ou brincando com o que ele ia comer depois e logo saí correndo e caí (…)
Parêntese 2: Sempre que a gente cai em sonho, depois tenta levantar e não consegue, sabe?
(…) e não consegui levantar da primeira vez, só na segunda. Quando virei para ver o tigre, ele passou por baixo do portão que, sem mentira, deve ter menos de 10cm disponíveis para toda aquela massa peluda e gigantesca passar, mas, sendo um sonho, ele passou e atacou minha avó que estava mexendo nas folhas altas das palmeiras ou estendendo a roupa. (…)
Parêntese 3: Meu avô cortou as palmeiras há mais de três anos e nunca existiu um varal lá.
Não lembro do percurso até lá, mas lembro que PLIM eu estava lá e encontrei minha vizinha de fundos-diagonal-direita dizendo, séria, que ia com aquele cosplay no evento. (…)
Parêntese 4: HELLO COMO FAS// PRA IR DE TIGRE NUM EVENTO?
(…) Então apareceu minha avó DO NADA com uma sacola de bolachinhas que eu adoro, em forma de estrela, com merenge e bolinhas coloridas e eu falei algo do tipo “blablabla isso sempre acontece quando a vó vai ao centro”, sendo que, nos últimos três/quatro anos, ela não põe o pé fora de casa por nada.
E então eu acordei, ou não lembro do resto.